Síndrome do Pânico: o que fazer?

Sem motivo aparente, um súbito ataque de medo, coração disparado e a ideia de que vai morrer são as sensações típicas de uma crise de Pânico.

Descrito pela primeira vez por Sigmund Freud, o pai da psicanálise, esse quadro foi chamado inicialmente de “neurose de angústia”. Outros sintomas que podem acompanhar são ansiedade, náuseas, calafrios, diarreia e formigamento. Em tempos que a correria dá o ritmo do dia, é preciso ficar atento.

Ataques isolados são mais comuns e apenas 2% da população mundial desenvolve de fato a chamada Síndrome do Pânico, com pelo menos duas ocorrências por mês. Em geral, as mulheres são mais atingidas. O quadro se complica quando o paciente, após a primeira crise, passa a ter medo de ter outro ataque e começa a evitar sair para lugares com muita gente e deixa de fazer atividades comuns de sua rotina.

Caso você já tenha passado por uma situação parecida, não se precipite. É importante consultar um médico e fazer um check-up, para evitar suspeitas de doenças físicas. Se confirmado o quadro de Síndrome do Pânico, o ideal é seguir com um acompanhamento de um psiquiatra e de um psicólogo.

Ao longo do tratamento, o importante é manter a força. Durante uma crise, apegue-se ao fato de que aquela sensação vai passar em poucos minutos e concentre-se à ideia de que você está seguro e que nada de ruim vai lhe acontecer. É uma situação difícil, mas você pode superá-la.

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